Desconheço
Há profundidades inexploradas, debaixo da pele há o tudo e o nada, há a fusão dos pólos, explosão de emoções há tanto contidas, pensei ingenuamente que podia esquecer. Sou um vulcão ao som de uma qualquer melodia, uma imensidão de sentires e é no fundo mais fundo que estou a ver a luz. Uma que não está acima nem abaixo, mas em mim. há tanto por descobrir nesta existência, nesta insistência minha de compreender. Vejo com todos os meus sentidos. Ainda não sei quem sou mas conto com certeza com a eternidade. Já não tenho pressa, nem medo nem esperança num sonho que não seja o meu. Sou um peregrino sem mapa, um nómada regido pela natureza e não pela idílica ilusão de estabilidade. Na verdade não vim aqui escrever nem uma letra mas parece que há palavras que se escrevem sozinhas.
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