Confesso ao mundo

Mundo, as lágrimas não me escorrem com a mesma pressa, passou finalmente por mim o interminável tempo que a saudade sozinha não levou, dizia a poesia nos meus olhos que é quando chove no meu colo que eu quero que tudo seja real; que tudo doa, magoa mas já não faz mal. Agora já não sou a tonalidade azul do céu que alguém sonhou; sou um sonho maior e mais colorido, imerso em mim sem necessidade de vir à tona respirar da fé dos que só acreditam mas que nada compreendem.

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