Vida

A vida é o eterno desenmaranhar de linhas enroladas, e nós ignorantes de início, mais sábios na despedida, somos o que somos, o que sempre fomos ou aquilo que queríamos e não conseguimos... à chegada... sem meta nem aplausos estarei só, como no momento em que nasci, como agora e como sempre me senti, sem ti... parte de mim... na unidade de todos os meus pseudo eus, eu sou um, único, verdadeiro... os ruídos das sombras que me flanqueam nos segredos que jamáis partilhei, são mudos mas grito alto para dentro para que desapareçam os meus fantasmas... para que se cale a horde de ignorantes que correm desesperados para o abismo, o abismo pior que a morte, o abismo de viver sem saber porquê, para quê... Eu quero voar, não rastejo, caminho e vou onde me leva a coragem... onde me levará esta viagem? Não sei...

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