Fado, meu amigo
Peço-te fado, meu amigo,
que ao ouvir o chorar das guitarras,
que me ajudes a sorrir.
És o meu fado,
quanto te agrado ao te cantar?
És o meu fado que choro de peito aberto,
escaras de um passado que não esqueço,
fado, foste tu desde o começo.
É triste sentir sempre a mesma dor,
fado também pode ser amor;
Que ardor é este no meu ser,
que persiste, não desiste de corroer?
És para mim sagrado, em minha alma lacrado,
intemporal como o passado que tento esquecer.
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